Antes de entrar na questão da Terapia Regressiva, que responde à pergunta do título, vale pensar na frase de Mario Quintana: “O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente”.
As memórias, situações de imensa alegria ou de extremo desprazer estão arquivadas e impressas em cada célula de nossos corpos.
O cérebro é capaz de armazenar informações de toda uma existência e, dependendo da carga afetiva que produz, desencadeia uma ciranda bioquímica que altera o funcionamento do sistema corporal, levando o indivíduo do paraíso ao inferno, sendo o inverso também verdadeiro.
Dito isto e pensando nas informações que a história do passado nos revela, mais especificamente o legado do considerado Pai da Medicina – Hipócrates de Cós (Ilha da Grécia Antiga, onde médicos e terapeutas atuavam, atendendo de forma personalizada o ser humano que adoeceu), constatamos que já naquela época Hipócrates consagrou-se pela habilidade em usar sua sabedoria com amor, interessando-se pela dinâmica da vida de seus pacientes e procurando entender, com base na visão holística, como cada ser/paciente se posicionava diante de sua própria existência. Da observação dos diversos e peculiares sintomas, nasceu, então, o conceito e exercício das clínicas multidisciplinares.

Terapias de vivências passadas – crenças ou vivências?

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